A Levada – XV As convulsões sísmico-vulcânicas do Verão de 1563 e as enxurradas do Inverno do Inverno seguinte de 63/64, meteram de rastos a Ribeira Grande. Dessas catástrofes naturais, resultou a perda dos moinhos do Capitão. Havendo sido erguidos na margem da ribeira Grande ainda no século XV, talvez a partir do último quartel daquela centúria, ou por terem sido arrasados ou por estarem grandemente danificados, deixaram pura e simplesmente de moer. Um mês depois, a propósito da cheia de 1667, Frei Agostinho de Monte Alverne diria que ‘(…) no fim da vila, junto ao mar, descobriu umas casas, que naquele tempo tinha a ribeira, com sua represa, metidas todas debaixo da terra. ’ [1] Seriam vestígios de alguns dos moinhos destruídos um século at...
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