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A mostrar mensagens de agosto, 2026

De rodízio a azenha a moinho que morre

De rodízio a azenha a moinho que morre A vida do moinho decorria ao ritmo do entra dia sai dia, até que, de um momento para o outro, o pior que lhe poderia ter acontecido quase aconteceu. Essa normalidade habitual foi quebrada no dia 9 de Agosto de 1919, Sábado para Domingo da festa do Santíssimo Salvador do Mundo, da Ribeirinha. Um tremendo temporal, castigo para quem via nisso a mão do Alto, em que ‘ (…) o moinho de Manuel Andrade ficou todo areado e arrasada a ponte que para lá dava passagem (…).’ [1] A ponte que Manuel Pedro de Melo e Silva construíra encostada ao ‘ Arco das Freiras ’ foi varrida pela força das águas da ribeira. Mais de uma centena de metros do caminho de terra batida da margem esquerda que lhe dava acesso foi devorada pela ribeira. Apesar de tudo, o moinho de Manuel Andrade teve melhor sorte do que o do ‘ Senhor Manuel Pedro Viveiros ’ que desapareceu. [2] Que fazer a partir de 20 de Agosto? Será que a casa do moinho de Manuel Andrade foi ampliada? Foi-lhe acr...