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Mensagens

Quase nos princípios

Só meninos e com camisa vestida para manter o respeito.

Ainda na década de sessenta

Poças: década de sessenta

Quem reconhece quem?

Poças: aos dezassete já estou nesta!

O Zeca, o Valter, O João, o Lemos e eu. Venha depressa o verão.

Os académicos de 93

O primeiro banho de 1993. Não estou na fotografia porque estava atrás dela! Carpe Diem

Dia 5 de Fevereiro: Jantar da Academia das Poças

Em homenagem aos velhos já idos da nossa Academia das Poças, esta próxima sexta-feira iremos celebrar a vida e a amizade no Alabote.

A Joni!!!

Cada um de nós os quatro tem um nome para ela, preta, Tuxa, cadela, mas Joni é o nome que mais vezes se usa para chama-la. Ela responde a qualquer deles. Tem para aí uns sete anos e é uma grande amiga!!! Matreira e esperta, faz das suas e sabe que faz, mas escapa sempre ao castigo.

Este meu companheiro de quatro patas

Este companheiro de quatro patas, nasceu vai fazer no dia de Nossa Senhora da Estrela três anos. Começou por ser Kobra, passou a ter outro nome que não me lembro agora, mas deu-se a si próprio o nome de Baba porque se baba.

A Ribeira Grande vista das Calhetas hoje

Apeteceu ficar lá a olhar.

Pausa para uma banhoca no calhau de bandeira azul das Calhetas

Andar de bicicleta em dia de sol, dá vontade de ir à água numas poças de água limpa como as das Calhetas. Deu para continuar a ler a biografia de Herman Melville, o senhor Moby Dick.

Calhetas

Uns pequenos miradouros ao longo da rua sobre o calhau: janelas de sonho sobre o mar e a terra.

Eu cá sempre disse camarota mas sempre soube que eram também

... camarinhas e que o dicionário traz escrito groselha.

Mais à frente na mesma canada

Milho temporão, mogangos e abóbaras.

Maçarocas verdes

Havendo muitos nomes para maçaroca na minha casa dizia-se maçaroca e logo queria dizer isso ou dinheiro.

Um campo de milho a sério para gente comer como antigamente

No meu tempo, no meu grupo de amigos, a escrever-se o que se dizia devia escrever-se não milho mas mio. A nossa terra, a minha pelo menos, é também conhecida além da terra dos fuseiros, como a do mio, foi, foieo e taião, no bom dicionário deveria ser, segundo o nosso professor Leonel Emídio Botelho, milho, folha, folhelho, talhão. Sendo eu filho de pais da classe média mas andando metido sempre com gente do mio, foia, foieo taião eu dizia como eles porque achava mais piada assim. Em casa caprichava a pronuncia.

Ainda no Farropo mas na canada que divide Ponta Delgada da Ribeira Grande

Umas casas que me fizeram lembrar as temporadas que passei com a minha prima Filomena na casa da avó Mariquinhas, prima do padre, na Lomba da Cruz na Fazenda do Nordeste.

O meu triatro favorito fica no Farropo

Cheira a antigo e a novo, antigo na antiguidade, deve ser lá de trás nos tempos, e novo porque está sempre como novo, bem mantido e caiado que dá gosto ver. Hoje, fui tomar café ao Pico da Pedra, comprei pão, li o jornal, saltei para a bicicleta e fui continuar a minha volta.

Não me souberam dizer o seu nome

Mas quem me disse isso nos jardins da Universidade dos Açores, disse-me que esta árvore era das mais antigas a viver nos Açores. Se percebi bem, eu estava a pé e ele dentro do seu carro, veio com muitos anos para cá, comprada pelo dono do jardim antes de ser o jardim da Universidade.

Só uma bicicleta que sabe o que quer nos leva a ir a sítios destes.Dei por mim

Dei por mim mais tarde a ir pela rua que minha avó Deodata ia quando queria ir à igreja da Conceição.

Quem não quiser está no seu direito de não querer

Ainda que negar o Paraíso seja pecado, há quem o negue.