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Queimem, Queimem os comunistas!!!

                                               Queimem, Queimem os comunistas!!! Foram 14 meses que pareceram 14 anos. Éramos dez no dia dez de Junho de 1974. No verão de 1975, já passávamos de uma centena. E se não havia tantas raparigas como rapazes, havia mais de uma dúzia delas. Que faziam o que os rapazes faziam. Houve estatutos. Teor copiado aqui e além, batidos na máquina portátil do meu pai (por mim) em noitadas no sótão, e aprovados em Assembleia-Gerais, sem qualquer aprovação oficial. Em tempos de ruptura, era isso que contava. Por isso, não existiu. Segundo os puristas? Queimaram-nos em fogueira pública, actas, estatutos, o arquivo todo, pouco ou nada chegou aos jornais, ainda assim, o que se passou naqueles 14 meses  sobreviveu na nossa memória.  De memória, com os buracos do desgaste da memória, conto a história. Foi nascendo, mal nasceu o 25 de ...

Lojas Farias: Fazendas (Hermano Farias) Mercearias (Luís Farias)

Do princípio ao fim

O CADAR do princípio ao seu fim   Centro Associativo de Desporto Arte e Recreio ( CADAR). N ov e jovens, de idades compreendidas entre os 16 e os 20 anos,   abraçaram a ideia de um outro da mesma idade.  Aconteceu  no feriado  naci onal do dia 10 de Junho de 1974. Que calhou numa segunda-feira (de acordo com o Correio dos Açores , 9 de Junho, 1974). Um dia cheio de sol. Instalados na banqueta de pedra do edifício que (então) albergava o Lar Feminino Jacinto Ferreira Cabido, na rua do Botelho, a dois passos da sua residência e  a curta distância dos restante nove. Do facto, não saiu notícia em nenhum dos jornais de Ponta Delgada, únicos na Ilha, nem abriu noticiários radiofónicos, da estação em Ponta Delgada. O que um deles então registou num diário que mantinha, mais tarde as chamas de uma nefasta fogueira varreram,  restou a sua memória. Muito difusa.  Terminaria de forma abrupta e violenta 14 meses e nove dias depois , na terça-feira,...

Mesários da Santa Casa da Misericórdia da Ribeira Grande: anos setenta (1.ª metade?)

A Malta

Poças Década de 20?

Ideal - Direcção

Hermenigildo, Álvaro Moura, Armas, Aurénio Furtado, Mendonça

Ideal Sport Club - Outubro de 1933 - A Caminho do Campo do Rosário

A Levada - XV

                                                                     A Levada – XV As convulsões sísmico-vulcânicas do Verão de 1563 e as enxurradas do Inverno do Inverno seguinte de 63/64, meteram de rastos a Ribeira Grande. Dessas catástrofes naturais, resultou a perda dos moinhos do Capitão. Havendo sido erguidos na margem da ribeira Grande ainda no século XV, talvez a partir do último quartel daquela centúria, ou por terem sido arrasados ou por estarem grandemente danificados, deixaram pura e simplesmente de moer. Um mês depois, a propósito da cheia de 1667, Frei Agostinho de Monte Alverne diria que ‘(…) no fim da vila, junto ao mar, descobriu umas casas, que naquele tempo tinha a ribeira, com sua represa, metidas todas debaixo da terra. ’ [1] Seriam vestígios de alguns dos moinhos destruídos um século atrás? É...